Depoimentos - ITC Vertebral

 

Depoimentos

Veja abaixo o depoimento de alguns pacientes:
 

Samuel Gosch

O ITC Vertebral (Ipiranga-SP) me ajudou a reduzir as dores crônicas irradiadas para perna esquerda (proveniente de protusão discal na lombar). Entretanto, não há cura definitiva e sim controle da patologia. O afastamento entre as vértebras, que aliviou a tensão na região lombar, foi obtido por meio de equipamento de tração e, para continuar sem dores, tive que buscar fortalecimento na região abdominal e alongamento com Pilates, antes de retomar qualquer outra atividade física. Ressalto que, 1 mês após a conclusão do tratamento, as dores foram totalmente eliminadas.

Samuel Gosch - Engenheiro - São Paulo/SP
   

Cmte. Mauro Jucewicz

Gostaria de atestar e elogiar os resultados do tratamento para hérnia discal feito no ITC de Campo Belo sob supervissão do fisioterapeuta Francis Régio Nassar. Por quase 20 anos sofri com dores nas costas e má postura que nesse ano culminaram com 2 Hérnias Discais nas vertebras c5 e c6. Com muitas dores e após já ter procurado "terapias alternativas"e fisioterapia convencional, achei por acaso na internet essa clínica.
Já sem esperanças e próximo a me submeter a cirurgia, iniciei o tratamento no ITC e, para a minha surpresa, na terceira sessão já não sentia nenhum sintoma. Isso persiste até hoje, estou plenamente recuperado, praticando esportes e trabalhando normalmente. Desde muito jovem não me lembrava de ficar um dias ao menos sem dores lombares ou no pescoço, já havia até perdido as esperanças e considerava isso, como muito, uma "dor crônica". Pois não era verdade, estou plenamente curado. Agradeço imensamente a esses excelentes profissionais. Parabéns a todos!

Cmte. Mauro Jucewicz

   

Sonia Lima

Sofri vários meses com dores, fiz fisioterapia, injeções durante uns 3 meses diariamente e não resolveu, foi quando conheci o Instituto ITC e fiz o tratamento por 2 meses e até hoje pratico pilates no mesmo lugar. Não só, evitei a cirurgia, como tenho uma vida normal agora. Me sinto curada.

Sonia Lima - 53 anos
São Paulo-SP
   

Edivaldo Konrad

Quando iniciei o tratamento no ITC, estava com uma dor muito grande na região lombar que se irradiava para as pernas, não dava para fazer grandes caminhadas e quando ficava em pé tinha de me apoiar, pois a dor era muito forte. Estava também com indicação de cirurgia pelo Ortopedista.

Hoje depois do tratamento e com a continuidade fazendo o Pilates, sempre acompanhado pela equipe do ITC, posso dizer que tenho uma nova vida, as dores cada vez vão ficando mais distantes e as crises mais raras.

Só tenho a agradecer a toda a equipe que vem me acompanhado neste ultimo ano e posso afirmar que a mudança foi muito grande.


Edivaldo Konrad
São Paulo-SP

   

E.M.

BICOS DE PAPAGAIO NA CERVICAL: E AGORA?

Foi com esta pergunta atormentadora que saí do consultório do médico que analisou a minha Ressonância Magnética. Deste momento em diante, passei a percorrer uma “espinhosa” trajetória, para a qual eu e meus familiares não estávamos minimamente preparados. Nada parecia dar certo, embora tudo fosse sendo tentado para aplacar a única coisa que era fato: a dor indescritível em incessante que brotava no ombro e se ramificava por todo o meu braço direito. Nem pensar eu conseguia mais. Buscava todas as alternativas que iam aparecendo, sem conseguir dar continuidade a nenhuma, pois o resultado desejado, que era o alívio da dor, não acontecia. Nem medicação via oral e via injetável, nem acupuntura, nem fisioterapia, nem repouso, nem alongamentos, nem colar cervical, nem calor local, nem pomadas e sprays, nada amenizava aquela dor que parecia ter vindo para ficar.

Se esta história tem alguma coisa a ver com você ou com outra pessoa que você conhece, leia o restante, pois é provável que ela irá te ajudar.
O que fazer quando a dor aguda (aquela que surge de repente) ou crônica (aquela com duração de três a seis meses) está associada ao diagnóstico de Espondilíase com Osteófito, (popularmente conhecidos como Bico de Papagaio)? Não desesperar, buscar entender o que está acontecendo em sua coluna, e, sobretudo, ficar ciente que não será com um tipo de tratamento que o problema será solucionado.

Não desesperar. Toda dor pode ser tratada (curada ou minimizada). A medicina dispõe de uma gama de fármacos que adequadamente receitados e ministrados irão, aos poucos, abrandando a dor. Pode ser que isto não ocorra com alguns medicamentos, devido aos aspectos individuais, ou seja, um medicamento pode produzir o efeito desejável em uma pessoa e não em outra. Porém, um profissional médico (em geral, reumatologista ou ortopedista) especializado em patologias da coluna, lançará mão de outras opções disponíveis até encontrar o medicamento para o qual a resposta do seu organismo seja a ideal. É claro que será preciso um pouco de paciência por parte do paciente e um pouco mais da atenção por parte do profissional médico, lembrando sempre de que a idéia que a dor “veio para ficar”, deve ser rejeitada. Em outras palavras, seria o mesmo que dizer: há luz no fim do túnel e não é o apito do trem.

Buscar entender o que está acontecendo na região cervical da sua coluna. A cervical é a primeira porção de vértebras da coluna vertebral. Para melhor entender, corresponde ao trecho que vai da nuca até o final do pescoço (parte mais alta das costas), onde também ocorrem as dores provenientes do torcicolo. Se imaginarmos a coluna como ela é descrita por um mestre do budismo, como sendo uma pilha de moedas de ouro, a porção cervical seria composta pelas primeiras sete moedas, as quais equilibram a cabeça em sua extremidade superior. Devido à grande mobilidade e esforços a que é submetida a nossa coluna cervical (flexão, extensão e rotação), ela sofrerá, mais cedo ou mais tarde, dependendo das características (idade, atividades físicas, postura, etc.) de cada um.

Uma boa idéia é não tentar entender muito a anatomia do problema, deixando esta tarefa para os especialistas. Basta saber que as vértebras (as “moedas de ouro”) estão incorporadas a um complexo sistema composto por ossos (vértebras), músculos e nervos, sujeitos a alterações. Sendo um sistema, todas as estruturas são interdependentes e interligadas. Então, é fácil entender que um problema em um componente deste sistema, afeta os demais. No caso da dor acima descrita, ela provém de um problema ósseo (vértebra), que comprime uma raiz nervosa (nervo que passa ao longo da coluna, como um fio condutor). Como toda raiz, esta também se ramifica, e, no caso, conduzindo a dor ao longo de do braço.
Voltando à comparação da coluna a uma pilha de moedas de ouro, só falta enfatizar que entre as vértebras (moedas) existe um componente fundamental, que funciona como amortecedor, que são os discos intervertebrais. Estes discos, quando acometidos de deformidades decorrentes de alguma degeneração, também exercem compressão da raiz nervosa.
Ficar ciente que não será com um tipo de tratamento que o problema será solucionado. A estratégia neste sentido é não encarar com ânimo exagerado apenas uma alternativa de tratamento, mas encarar, com confiança, a combinação de alguns tratamentos. Não menos importante será uma revisão geral de hábitos e costumes. Aquela tão antiga necessidade de consciência corporal, agora será para valer. Rever hábitos que vão desde a simples maneira como você se coloca sob o chuveiro na hora do banho até a forma como você olha para frente, para os lados, para baixo e para trás, será uma tônica para a recuperação do melhor estado geral do organismo como um todo. Sem falar na forma como se dirige o carro, como o estaciona, o tipo de lente e óculos que se usa para enxergar, a posição que se fica em frente ao computador, à televisão, lavando louça, falando ao telefone. Aos poucos essa tomada de consciência vai levar cada um ao encontro de si próprio, com uma única missão: cuidar-se.

Dentre os tratamentos, necessário se faz destacar aqueles que irão valer muito quando a dor comparecer com muita intensidade, que são: a terapêutica medicamentosa prescrita pelo médico e a descompressão da raiz nervosa.
A terapêutica medicamentosa, aos poucos, será ajustada pelo médico especialista em coluna. A descompressão mecânica da raiz nervosa será alcançada aos poucos pela utilização de técnicas aplicadas por um fisioterapeuta também especializado. Estas técnicas de fisioterapia são: manipulação e tração das vértebras. Quando a crise se instala (fase aguda), estas técnicas aliviam rapidamente as dores fazendo com que o paciente sinta segurança no tratamento e em si mesmo. A tração consiste em esticar, puxar ou distender, com o intuito de separar as vértebras, aumentando assim, os espaços intervertebrais. Este resultado é obtido por uma força aplicada longitudinalmente em relação à coluna, tracionando-a, força esta que é rigorosamente estabelecida e controlada por profissional de fisioterapeuta especializado.  
Mais tardiamente (fase crônica), são associados aos procedimentos de descompressão, exercícios de fortalecimento da musculatura responsável pela manutenção de uma coluna vertebral estabilizada e melhor protegida contra lesões que advém de movimentos bruscos, ou de lesões próprias do desgaste de suas estruturas, prevenindo o surgimento de novas crises.
Moedas de ouro empilhadas têm muito valor, mas o empilhamento correto de nossas vértebras não têm preço.
   

David Ribeiro

"Por conta de má postura no trabalho, ao passar do tempo foi se evidenciando uma curvatura na minha coluna, que os médicos chamam de Cifose, tive que realizar um tratamento, e escolhi a clínica ITC Vertebral para isso. Não necessitei de medicamentos, apenas de exercícios de fisioterapia, uso de coletes ortopédicos e fiz o RMA. As dores foram embora, e não há mais rigidez na minha coluna. Estou muito feliz e satisfeito com meu tratamento."
   
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