A espondilose dorsal é uma condição degenerativa que afeta a coluna torácica (ou dorsal), localizada na região do meio das costas.
Com o envelhecimento e o desgaste natural das articulações e discos intervertebrais, a espondilose dorsal pode se desenvolver, causando alterações nas vértebras, como formação de osteófitos (conhecidos como “bicos de papagaio”) e redução do espaço entre os discos vertebrais.
Embora a espondilose dorsal não tenha cura, existem tratamentos eficazes que ajudam a gerenciar os sintomas e melhorar a qualidade de vida.
Nesse sentido, a fisioterapia desempenha um papel essencial. Procurar um fisioterapeuta especializado é fundamental para aliviar a dor e fortalecer a musculatura de suporte da coluna, proporcionando maior estabilidade e flexibilidade.

O tratamento oferecido pelo ITC Vertebral é totalmente personalizado, levando em consideração as necessidades específicas de cada paciente.
O especialista realiza uma avaliação inicial meticulosa, juntamente com um exame físico, para entender e atender às particularidades de cada caso. Após reunir todas as informações sobre o quadro clínico, um plano de tratamento individualizado é formulado. Nossos especialistas possuem uma vasta experiência no tratamento de hérnia de disco lombar, garantindo diagnósticos precisos e tratamentos eficazes.

Dessa forma, a abordagem para cada paciente diagnosticado com condições na coluna vertebral pode incluir uma ampla gama de recursos terapêuticos.
Nas clínicas do ITC Vertebral, dispomos de diversas técnicas, e o tratamento será conduzido utilizando as mais adequadas para cada situação.
A seguir, estão alguns dos procedimentos que podem ser incorporados ao protocolo de atendimento do ITC Vertebral:
Fisioterapia Manual
Objetiva restaurar a funcionalidade e a biomecânica das estruturas corporais sem causar danos, devolvendo o movimento máximo e indolor ao sistema musculoesquelético enquanto mantém o equilíbrio postural.
Exercícios Direcionais
Método que avalia o quadro individual e identifica os exercícios específicos que mais contribuem para o alívio das dores.

Fortalecimento Muscular
Desenvolvemos um programa específico de fortalecimento muscular para cada tipo de sintoma e diagnóstico, aplicado durante o tratamento personalizado.
As nossas clínicas dispõem de um espaço especialmente pensado para que nossos pacientes possam realizar uma atividade física e se movimentar com segurança.

Tecnologia Exclusiva
Mesa de Tração
Este equipamento possui um sistema deslizante com molas que regula a descompressão da coluna, permitindo uma tração progressiva de maneira segura, confortável, precisa e sem dor.
Os ajustes técnicos da mesa são definidos pelo fisioterapeuta e adaptados à patologia específica a ser tratada.

Mesa de Flexo-descompressão
Permite ao fisioterapeuta controlar totalmente a mobilidade da coluna vertebral do paciente, possibilitando movimentos de flexão, extensão, inclinação lateral e rotação.
Com essa tecnologia, respeitamos a preferência de movimento do paciente e automatizamos esse movimento, promovendo um aumento na mobilidade.

Neste artigo, você vai descobrir os principais sintomas da espondilose dorsal e conhecer os melhores remédios e exercícios para essa condição.
Qual a diferença entre artrose e espondilose na coluna cervical?

Embora artrose e espondilose sejam condições degenerativas que afetam as articulações e provoquem desgaste com o passar dos anos, elas têm características distintas e afetam áreas específicas do corpo.
A artrose é uma doença degenerativa das articulações que pode ocorrer em várias partes do corpo, como coluna, mãos, joelhos e quadris.
É caracterizada pelo desgaste da cartilagem que reveste as extremidades dos ossos, levando ao contato direto entre os ossos, o que causa dor, inchaço e limitação de movimento.
A artrose pode se desenvolver devido ao envelhecimento, lesões, estilo de vida sedentário, sobrecarga nas articulações ou fatores genéticos.
A artrose na coluna é um tipo de artrose específica, mas essa condição pode ocorrer em diversas articulações, não sendo limitada à coluna.
A espondilose, por outro lado, é um termo mais específico para o desgaste natural da coluna vertebral, afetando principalmente as vértebras e os discos intervertebrais.
Ela pode ocorrer em diferentes regiões da coluna — cervical, torácica (dorsal) ou lombar — e está associada ao envelhecimento e ao desgaste natural dos discos e articulações da coluna.
O que a espondilose pode causar?
A espondilose pode causar os seguintes sintomas:

Dor nas costas e rigidez
A dor nas regiões afetadas é um dos sintomas mais comuns.
A rigidez é especialmente notável após longos períodos de repouso ou ao acordar, dificultando a movimentação.
Diminuição da flexibilidade
Com o desgaste das articulações e discos, a mobilidade da coluna pode ficar comprometida, resultando em uma perda de flexibilidade.
Isso pode limitar a capacidade de girar, dobrar e realizar movimentos cotidianos com facilidade.
Formação de osteófitos (bicos de papagaio)
Como resposta ao desgaste, o corpo pode formar pequenas projeções ósseas chamadas osteófitos, ou “bicos de papagaio”.
Esses osteófitos podem comprimir nervos próximos e intensificar a dor e os sintomas neurológicos.
Compressão nervosa
Em casos mais avançados, o estreitamento do espaço entre as vértebras ou a formação de osteófitos pode pressionar nervos próximos, resultando em sintomas como dor irradiada, formigamento, dormência ou até perda de força em braços e pernas, dependendo da região afetada.
Dificuldades posturais
A espondilose pode comprometer a postura natural da coluna, causando desalinhamentos e sobrecarregando outras partes do corpo.
Isso pode levar a um aumento do desconforto e a dores em áreas como ombros, quadris e pernas.
Diminuição da qualidade de vida
A dor crônica e as limitações de movimento causadas pela espondilose podem impactar significativamente a qualidade de vida, dificultando atividades simples e comprometendo o bem-estar emocional.
Qual o remédio bom para espondilose dorsal?
Para aliviar os sintomas da espondilose dorsal, especialmente em momentos de crise as pessoas tendem a recorrer a alguns tipos de medicamentos, como anti-inflamatórios.
Esses remédios podem ajudar a reduzir a dor e a inflamação, proporcionando alívio temporário e permitindo que o paciente retome algumas atividades do dia a dia.
No entanto é importante lembrar que o uso de medicamentos não é a melhor forma de cuidado a longo prazo para quem tem espondilose dorsal.
Isso porque os remédios atuam apenas nos sintomas, não tratando as causas subjacentes do problema. Para um cuidado realmente eficaz é fundamental complementar o tratamento da espondilose com uma abordagem mais abrangente.
Qual o melhor exercício para espondilose dorsal?
Os exercícios para espondilose dorsal ou torácica podem ser extremamente benéficos, ajudando a aliviar dores, melhorar a mobilidade e fortalecer a musculatura de suporte da coluna.
No entanto é fundamental buscar o acompanhamento de um especialista, como um fisioterapeuta, para garantir que os exercícios sejam realizados de forma correta e segura.
Um profissional pode adaptar o programa de exercícios às necessidades individuais de cada pessoa, evitando movimentos que possam agravar os sintomas.
Abaixo estão alguns dos melhores exercícios para quem sofre de espondilose cervical:
Mobilidade gato e camelo

Esse movimento ajuda a alongar e mobilizar a coluna torácica, aliviando a rigidez.
Prancha

A prancha fortalece o core e estabiliza a coluna, essencial para quem tem espondilose dorsal.


